Revela agenda dos candidatos à presidência na terça-feira
Candidatos debatem ajustes na reforma tributária, futuro do Bolsa Família e combate ao vício em apostas, mostrando divergências que podem definir a eleição
Imagem: Currier and Ives · Public domain · fonte/licença
Em Brasília, a manhã de terça‑feira começou com Augusto Cury respondendo à sabatina da Unecs, onde prometeu ajustes na reforma tributária para atender ao comércio e serviços, que representam 70% da economia.
Na capital paulista, Clariana Barão se reuniu com lideranças locais e eleitores, debatendo direitos de mulheres e crianças, igualdade salarial, combate ao feminicídio, além de temas como empreendedorismo e educação.
Em Belo Horizonte, Flávio Bolsonaro marcou presença em um "adesivaço" e anunciou um "tesouraço" nos ministérios, reduzindo de 39 para 23 pastas, além de propor a diminuição das tarifas de exportação de petróleo e a eliminação de um imposto de 25% sobre peças usadas na construção de data centers.
Ronaldo Caiado, também na sabatina da Unecs, criticou a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e garantiu que, se eleito, apresentará uma PEC para limitar o gasto público a entre 40% e 50% do PIB.
Renan Santos, ao ser questionado pela Unesc, defendeu o corte de R$200 bilhões em gastos públicos para baixar juros, manteve a defesa da escala 6x1 e propôs um banco central de empregos municipal para facilitar a transição do Bolsa Família ao trabalho formal.
Romeu Zema encontrou, em São Paulo, famílias afetadas pelo vício em apostas e declarou que seu primeiro ato será fechar as plataformas de jogos online, que, segundo ele, alimentam uma epidemia de dependência.
Outros candidatos também se movimentaram: Hertz Dias gravou conteúdo nas redes sociais, Pablo Marçal falou sobre participação digital da população, Wilson Grassi destacou a causa animal e a necessidade de renovação tributária, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva e Samara Martins não tiveram agenda pública.
