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Política

Por que a OEA vai observar novamente as eleições brasileiras em 2024?

A missão internacional, firmada em acordo nesta quinta, levará observadores internacionais aos dois turnos e reforçará a transparência do pleito de outubro

Por Equipe Comunicado de Imprensa · 16 ago. 2026 às 03:57

A Organização dos Estados Americanos (OEA) confirmou que enviará uma delegação de observadores internacionais para fiscalizar as eleições gerais que acontecerão em outubro no Brasil, atuando nos dois turnos.

O acordo que viabiliza a presença dos observadores foi assinado nesta quinta‑feira (13) pelo secretário‑geral da OEA, Albert Ramdim, e pelo representante brasileiro na organização, Benoni Belli.

Trata‑se de prática padrão nos acordos de cooperação internacional; o Brasil também costuma enviar autoridades ao exterior para acompanhar pleitos estrangeiros.

Esta será a quinta vez que a OEA realiza missão de observação no Brasil, iniciada nas eleições presidenciais de 2018. Na última votação presidencial, em 2022, a entidade concluiu que o processo transcorreu com ordem e normalidade.

Além da OEA, outras entidades internacionais já confirmaram a presença de observadores, como a União Europeia, o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a Liga dos Estados Árabes e a Rede dos Órgãos Jurisdicionais de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae‑CPLP).

O acompanhamento conjunto visa reforçar a credibilidade do pleito, garantir a transparência e oferecer avaliações técnicas independentes sobre o andamento da votação.

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