De silêncio nas ruas para agenda intensa: candidatos à presidência agitam segunda‑feira
Com sabatinas, entrevistas e encontros empresariais, a programação dos candidatos mostra a estratégia de campanha eleitoral e a busca por apoio nas capitais
Imagem: Rede Brasil Atual from São Paulo-SP, Brasil · CC BY-SA 2.0 · fonte/licença
Em São Paulo, Flávio Bolsonaro chegou à Avenida Paulista às 18h para participar da reunião da diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e, à noite, esteve no evento de premiação TOP30 no Palácio Tangará.
Edmilson Costa, do PCB, concedeu entrevista ao Monitor Mercantil, enquanto Hertz Dias (PSTU) dialogou no podcast Três Irmãos, abordando a necessidade de enfrentar monopólios, precarização do trabalho e a escala 6x1.
Romeu Zema encontrou pastores e vítimas do vício em apostas na Assembleia de Deus Ministério Unção, em Belford Roxo, prometendo políticas de combate às bets; já Samara Martins visitou o acampamento de ex‑funcionários da Águas e Esgotos do Piauí em Teresina, defendendo a industrialização nacional.
Ronaldo Caiado participou do evento Pacto Brasil de Futuro, na Casa Jereissati, destacando a educação como prioridade de seu governo; Augusto Cury defendeu, em sabatinas na TMC/Transamérica e Canal Rural, a divisão do BNDES para financiar microempresas.
Wilson Grassi reuniu‑se com sua equipe de comunicação e concedeu entrevista à Gazeta de São Paulo. Outros candidatos, como Clariana Barão, Lula e Rui Costa Pimenta, não tiveram agenda pública.
Após decisão do TSE, Pablo Marçal foi impedido de fazer campanha, participar de debates ou aparecer em horário eleitoral gratuito.
