De campanha discreta para agenda intensa, candidatos à presidência agitam a terça-feira
Com visitas a hospitais, escolas e sindicatos, a maratona de compromissos revela como cada candidato pretende influenciar saúde, educação e trabalho no Brasil
Imagem: Lalacalle2.jpg: US embassy in Montevideo Pepemujica2.jpg: Roosewelt Pinheiro/ABr derivative work: Shooke (Talk me in spanish, english or italian) · Public domain · fonte/licença
Na manhã de 1º de junho, Ronaldo Caiado chegou à Santa Casa de São Paulo e anunciou o programa "Agiliza SUS", prometendo reduzir filas de cirurgias eletivas ao integrar hospitais públicos, filantrópicos e privados.
Em Brasília, Rui Costa Pimenta participou de panfletagem em frente ao restaurante universitário da UnB, acompanhado por militantes, e concedeu entrevista ao portal Metrópoles sobre sua proposta de esquerda.
Wilson Grassi, candidato do Democrata, deu entrevista ao Poder 360 e ao Metrópoles, criticando a suspensão de sua campanha digital determinada pelo ministro Dias Toffoli do TSE.
Augusto Cury, do Avante, esteve em Cachoeirinha (RS) no Centro das Indústrias, visitou a 49ª Expointer em Esteio e defendeu o respeito à diversidade de ideias como essência da democracia, além de inaugurar a Casa Cury do Brasil em Belo Horizonte.
Romeu Zema, do Novo, abriu a Semana da Pátria em Joinville (SC), visitou uma escola referência no Ideb e dialogou com pais, professores e empresários, defendendo um modelo de ensino com acompanhamento de resultados.
Outros candidatos também marcaram presença: Edmilson Costa caminhou pelo centro de São Paulo; Hertz Dias fez campanha no Sindicato dos Comerciários em Santa Cruz do Sul (RS), pedindo fim da escala 6x1; Renan Santos realizou ato no centro de São Paulo após entrevista sobre a revogação da suspensão de sua campanha digital.
