O que muda pra você com a 100ª missão da SpaceX este ano
A marca de 100 lançamentos reforça a expansão da constelação Starlink e indica a aceleração dos planos de voo diário da Starship
Imagem: SpaceX · CC0 · fonte/licença
Às 0h01 (horário de Brasília) de 19 de agosto, um Falcon 9 decolou da Base da Força Espacial de Vandenberg, iniciando a 100ª missão da SpaceX em 2026.
A carga consistia em 24 satélites da constelação Starlink, destinados à órbita baixa da Terra para ampliar a rede de internet global.
O primeiro estágio do foguete retornou ao Oceano Pacífico, onde foi capturado pelo navio‑drone ‘Of Course I Still Love You’ após 8,5 minutos de voo, marcando a 12ª missão de voo do propulsor.
Dentre as 100 missões já realizadas neste ano, 97 foram com o Falcon 9; as três restantes incluíram um voo do Falcon Heavy e dois testes suborbitais da Starship.
A maioria dos lançamentos — 74 — serviu para expandir a megaconstelação Starlink, que já opera quase 11 mil satélites, reforçando a estratégia da SpaceX de levar internet a áreas remotas.
Elon Musk revelou que o objetivo de longo prazo é operar a Starship múltiplas vezes ao dia, chegando a cerca de 1.000 lançamentos anuais, e pretende aposentar o Falcon 9 e o Falcon Heavy.
Paralelamente, a empresa ainda trabalha na recuperação da nave Starship ‘Ship 40’, que ficou à deriva no Oceano Índico antes de ser guiada para perto da Ilha Christmas, na Austrália, onde engenheiros avaliarão sua condição.
