A primeira arena de eSports da Europa será inaugurada no Reino Unido em 2026
Enquanto o Reino Unido abre a primeira arena nacional de eSports, o Brasil conta com diversas casas espalhadas em shoppings e cidades, evidenciando a falta de política centralizada
Imagem: Openverse · CC0 1.0 · fonte/licença
Em Sunderland, as obras da British Arena avançam, revelando um complexo de 1.300 m² projetado para receber competições de elite e transmissões ao vivo.
O espaço inclui um anfiteatro de 200 lugares, tela LED de 17 m de largura, estúdios de produção, áreas de varejo, salas de treinamento e uma grande zona externa para ativações de marcas.
Embora a data inicial de abertura fosse abril de 2026, a British Esports adiou o prazo para 22 de setembro de 2026, mantendo a inauguração prevista para o final do verão britânico.
No Brasil, o modelo é descentralizado: a Arena Glacon, em Brasília, oferece 20 computadores e consoles; a MAX Arena, na Mooca (SP), acomoda 900 pessoas em pé e 600 sentadas; a Riot Games Arena sedia o CBLOL; e a Arena Gamer do Engenhão, no Rio, funciona como hub de games e economia criativa.
Essa variedade reflete a ausência de uma federação nacional única, ao contrário do Reino Unido, onde a British Esports concentra recursos e apoio institucional, facilitando a sustentabilidade das instalações.
Especialistas apontam que, sem uma política pública coordenada, as arenas brasileiras dependem de eventos pontuais para viabilidade financeira, enquanto a British Arena pretende gerar receita contínua através de transmissões, treinamentos e experiências imersivas.
