Por que a nova política contra o fentanil pode reduzir mortes em 20% nos EUA
A estratégia inclui classificar o fentanil como arma de destruição em massa, rotular os maiores cartéis como organizações terroristas e mobilizar a Força‑Tarefa de Segurança Interna para cortar a cadeia de suprimentos
Imagem: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil · CC BY 2.0 · fonte/licença
Na última semana, o número de mortes por fentanil nos EUA recuou 22% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Casa Branca, sinalizando o impacto das recentes políticas antidroga.
Durante a Semana de Conscientização sobre Overdose e Envenenamento por Drogas, a administração reforçou seu compromisso de eliminar o fluxo de substâncias ilícitas que devastam comunidades americanas.
Foi criada a Força‑Tarefa de Segurança Interna, reunindo autoridades federais, estaduais e locais para desmantelar redes de tráfico, ao mesmo tempo em que o HALT Fentanyl Act classificou todas as substâncias relacionadas ao fentanil como drogas da Tabela I, permitindo penas mais severas.
O fentanil foi oficialmente designado como arma de destruição em massa, e os principais cartéis responsáveis por seu comércio foram rotulados como organizações terroristas estrangeiras, ampliando o leque de recursos de segurança nacional contra o crime.
Forças militares receberam autorização para atacar embarcações de narcotráfico, interrompendo rotas marítimas que abastecem o mercado interno com o potente opioide.
Paralelamente, o governo lançou a Great American Recovery Initiative, que reúne governo, setor de saúde, comunidades religiosas e iniciativa privada para ampliar prevenção, tratamento e apoio à recuperação de dependentes.
Ao lembrar as vítimas de overdose e apoiar suas famílias, a administração reafirma a meta de acabar com a devastação causada pelas drogas e construir uma América mais saudável e segura.
