Parecia que os EUA já estavam seguros, mas a preparação nacional ainda exige ação
Presidente dos EUA alerta que, apesar da sensação de segurança, cidadãos e empresas devem adotar medidas simples – seguro, rotas de evacuação e kit de emergência – para enfrentar desastres naturais e ameaças artificiais
Imagem: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil · CC BY 2.0 · fonte/licença
Na manhã de 23 de junho de 2026, o presidente dos Estados Unidos assinou a Estratégia Nacional de Resiliência, reforçando o compromisso de preparar a nação para crises de diferentes naturezas.
Ele convocou cada cidadão a tornar sua casa, família, empresa e comunidade prontas para enfrentar ameaças naturais – como furacões e incêndios – e artificiais, como ataques cibernéticos.
Entre as recomendações práticas, estão identificar os principais riscos locais, adquirir seguros acessíveis, conhecer rotas de evacuação, manter um kit de emergência com suprimentos essenciais e acompanhar alertas em fontes confiáveis.
O governo também enfatiza que empresas e operadores de infraestrutura crítica – energia, telecomunicações, transporte, finanças, água, alimentos e saúde – devem garantir continuidade dos serviços durante emergências.
A administração está modernizando a gestão de emergências, promovendo a cooperação entre estados e municípios, fortalecendo capacidade fiscal e operacional e incentivando ajuda mútua para acelerar a entrega de recursos críticos.
Ao honrar bombeiros, policiais, equipes de socorro e voluntários, a mensagem reforça que a prontidão coletiva reduz perdas, protege meios de subsistência e dificulta a ação de adversários.
Com a população e as instituições alinhadas, os EUA avançam rumo a uma nação mais resiliente, capaz de responder rapidamente e reconstruir com mais força após qualquer desastre.
