Democratas liberais bloqueiam dez propostas de Trump e aumentam críticas
A votação na Câmara dos Representantes evidencia a oposição dos democratas liberais a medidas fiscais, de segurança e de integridade eleitoral, gerando preocupação entre eleitores
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Na noite de 1º de setembro, 192 deputados democratas liberais rejeitaram a proposta de condenar o socialismo, registrando a maior votação contra a iniciativa em tempos recentes.
Os mesmos legisladores votaram unanimemente contra o maior corte de impostos da história dos EUA, impedindo reduções para trabalhadores, dicas, horas extras e benefícios para crianças.
Além disso, a bancada democrática se opôs à designação do Irã como patrocinador estatal de terrorismo, ao projeto Stop Insider Trading que visava coibir o uso de informações privilegiadas por congressistas, e à lei de transparência de preços hospitalares.
Em matéria eleitoral, os democratas liberais bloquearam o SAVE AMERICA Act, que inclui verificação de cidadania e apresentação de documento com foto, bem como outras medidas de integridade nas urnas.
Outras rejeições incluíram a proteção de esportes femininos, a proibição de uso de recursos do Medicaid para tratamentos de transgeneridade em menores e a Laken Riley Act, criada após assassinato de estudante por imigrante ilegal.
Os mesmos representantes foram responsáveis por duas paralisações governamentais, alegando resistência a financiamento de agências de segurança e a proposta de assistência a imigrantes.
Republicanos afirmam que, ao contrário, suas propostas colocam a nação em primeiro lugar, defendendo políticas que, segundo eles, beneficiam famílias trabalhadoras e reforçam a segurança pública.
