"Coragem que protege" Guarda Nacional e Reserva recebem reconhecimento de empregadores
A parceria entre a Guarda Nacional, a Reserva e as empresas fortalece a segurança pública e impulsiona a economia local, reduzindo crimes e gerando empregos
Imagem: The National Guard · CC BY 2.0 · fonte/licença
Em 2025, os índices de crimes violentos nos Estados Unidos atingiram a maior queda da história recente, com homicídios diminuindo 18 % nos primeiros seis meses de 2026 e roubos de veículos quase reduzidos à metade.
A Guarda Nacional e os reservistas, cidadãos que trabalham como professores, construtores, agricultores e profissionais de saúde, respondem a emergências domésticas como furacões, inundações e incêndios florestais, além de missões no exterior.
Desde seu retorno ao cargo, o presidente Biden ordenou que a Guarda Nacional reforçasse a ordem pública, assegurasse as fronteiras e protegesse infraestruturas críticas, permitindo que as autoridades locais combatam gangues e criminosos violentos com mais eficácia.
Empregadores de todos os portes – de lojas de rua a grandes corporações – mantêm vagas, benefícios e flexibilidade para que seus funcionários‑militares possam treinar e servir sem perder suas carreiras, criando um ciclo de apoio mútuo.
Esse apoio tem repercussão econômica: comerciantes que antes fechavam ao anoitecer agora permanecem abertos, novas contratações são feitas para turnos noturnos e famílias se sentem mais seguras para viver em bairros antes marcados pela violência.
A Primeira‑Dama e o presidente homenagearam guardas, reservistas, suas famílias e os empregadores que os sustentam, reforçando o compromisso de manter comunidades prósperas e forças armadas respeitadas.
Segundo o presidente, a continuidade dessa parceria é essencial para preservar a liberdade americana e garantir que a força‑total de voluntários continue a ser a mais forte e respeitada do mundo.
