Reduz em 30% as mortes por malária após oferta da tafenoquina no SUS
A queda de 30% nas mortes e a redução de 30,7% nos casos graves refletem a ampliação da tafenoquina no SUS e o diagnóstico precoce em áreas indígenas e rurais
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Em 2025 o Brasil contabilizou apenas 39 mortes por malária, uma queda de 30% em relação a 2024, e a forma mais grave da doença reduziu 30,7%.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esses números são consequência da oferta da tafenoquina em dose única pelo SUS, iniciada em 2024, que impede recaídas e facilita a prevenção.
O Ministério da Saúde informou que 118.037 casos foram registrados no país, 15% menos que no ano anterior, representando o menor número desde 1978.
Mais de 33,7 mil pessoas já receberam o tratamento, incluindo 3.920 em Distritos Sanitários Especiais Indígenas, onde as recaídas caíram 61,9% entre março e junho de 2026.
Na região Yanomami, a primeira área indígena a usar a tafenoquina, os casos diminuíram mais de 50% e as mortes caíram mais de 70%, contribuindo para melhorar a saúde nutricional da população.
Desde março de 2026, a formulação infantil da tafenoquina está disponível para crianças a partir de 2 anos, beneficiando 1.446 menores até junho.
