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Saúde

Por que a nova Nuvem Soberana do SUS pode mudar a segurança dos seus dados de saúde

Com a parceria entre Ministério da Saúde e Serpro, a Nuvem Soberana hospeda o CadSUS e a RNDS, garantindo interoperabilidade e total adequação à LGPD

Por Equipe Comunicado de Imprensa · 16 ago. 2026 às 15:57

O Ministério da Saúde, junto ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), lançou esta semana a estratégia de mover os dados do Sistema Único de Saúde (SUS) para a chamada Nuvem Soberana.

Segundo a pasta, a medida coloca o Brasil entre os poucos países que detêm soberania total sobre informações públicas de saúde, já que todo o armazenamento e processamento ocorrerão sob a legislação nacional, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A primeira etapa concentra‑se no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS) e na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), que juntos acumulam mais de 5 bilhões de registros de pacientes.

O Serpro e o Departamento de Informação e Informática do SUS (DataSUS) ficarão responsáveis pela gestão da infraestrutura, que recebeu o nome de Nuvem Soberana do SUS e terá acesso restrito aos dados hospedados.

Para o cidadão, a mudança não se traduz em interrupção de serviços, mas em maior continuidade, segurança e capacidade de evolução dos sistemas digitais de saúde.

O governo afirma que a Nuvem Soberana reduz o risco de paralisações, aumenta a governança e o controle sobre as informações e fortalece a integração federativa dos dados de saúde em todo o país.

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