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Saúde

O que muda pra você com a primeira vacina RNAm produzida no Brasil

Anvisa autoriza a Fiocruz a iniciar a fase 1 de testes, avaliando segurança e imunogenicidade do reforço em adultos saudáveis, passo crucial para o PNI

Por Equipe Comunicado de Imprensa · 02 set. 2026 às 21:57
O que muda pra você com a primeira vacina RNAm produzida no Brasil

Imagem: Senado Federal · BY 2.0 · fonte/licença

Em um laboratório da Fiocruz, pesquisadores preparam a primeira dose de reforço da vacina RNAm que será testada em voluntários saudáveis.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o início dos estudos clínicos da vacina desenvolvida inteiramente na plataforma RNAm da Fiocruz, marcando a primeira produção nacional dessa tecnologia.

Trata‑se de um ensaio de fase 1, cujo objetivo principal é avaliar a segurança e a imunogenicidade do reforço vacinal em adultos entre 18 e 59 anos.

Serão recrutados 90 participantes sadios, que ingressarão no estudo entre o primeiro trimestre de 2027 e terão acompanhamento de seis meses após a vacinação.

Os testes ocorrerão nas unidades da Fiocruz localizadas no Rio de Janeiro, especificamente no Centro de Ensaios Clínicos para Imunobiológicos e na Policlínica Lincoln de Freitas Filho.

Além de confirmar a proteção observada nos estágios pré‑clínicos, o estudo avaliará a viabilidade de usar o imunizante como dose de reforço, conforme o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Se os resultados forem positivos, a vacina RNAm poderá ampliar as opções de reforço contra a covid‑19 no Brasil, reduzindo a dependência de insumos importados.

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