O maior apelo a favor de Lito Sousa invade Harvard e Ionis
Fãs mobilizam redes da elite acadêmica e farmacêutica para pressionar inclusão de Lito Sousa em estudo de oligonucleotídeos contra a doença de Creutzfeldt-Jakob
Na manhã de 21 de agosto, as páginas oficiais de Harvard e da Ionis Pharmaceuticals foram invadidas por centenas de comentários com as hashtags #HelpLito, #MayDayLito e #SaveLito.
Os internautas, em sua maioria brasileiros, exigiam que o influenciador Lito Sousa fosse incluído nos programas experimentais de drogas desenvolvidos para combater a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ).
A campanha começou depois que Mila Seidl, esposa de Lito, pediu aos seguidores que pressionassem a universidade e a empresa farmacêutica, destacando a necessidade de acesso ao tratamento de oligonucleotídeos da Ionis, que visa reduzir a proteína priônica responsável pela DCJ.
Apesar do clamor nas redes, a Ionis Pharmaceuticals informou que, no momento, não está aceitando novos pacientes para o estudo, limitando as opções de tratamento para o casal.
Especialistas em neurocirurgia reforçam que, até o presente, não existe cura comprovada para a doença, o que aumenta a urgência dos pedidos de inclusão em ensaios clínicos.
O caso de Lito Sousa tem gerado debate sobre a rapidez de acesso a terapias experimentais e o papel das redes sociais na pressão sobre instituições acadêmicas e farmacêuticas.
