Investiga colar de R$ 2 milhões de Buzeira a Neymar e desmantela rede criminosa
Operação Ouro Reverso, iniciada em 2025, revelou uma rede de receptação de joias roubadas, com o presente de Buzeira a Neymar como ponto de partida
Um colar de ouro avaliado em R$ 2 milhões, presenteado por Buzeira a Neymar, desencadeou uma operação policial que expôs uma extensa rede de receptação de joias em São Paulo.
A Polícia Civil iniciou, ainda em 2025, as investigações que culminaram na Operação Ouro Reverso, focada em desvendar o caminho das peças roubadas desde o furto até a comercialização.
O presente, embora luxuoso, serviu como gatilho para as autoridades, que identificaram o envolvimento de um grupo criminoso especializado em roubo, furtos e posterior processamento do ouro.
Apesar de ter recebido o colar, Neymar não está sob investigação; seu nome aparece apenas como receptor do item.
Segundo o órgão policial, o esquema incluía diversas etapas: o roubo das joias, sua receptação, a venda no mercado negro e o refinamento do ouro para ocultar a origem ilícita.
A segunda fase da operação foi deflagrada em 24 de agosto, conforme confirmado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo à CNN Brasil.
Separadamente, o habeas corpus de Buzeira foi negado, e seu advogado comentou a decisão judicial, enquanto o influenciador fez público seu alívio ao ser liberado.
