Despediu Gloria Steinem, ícone do feminismo, aos 92 anos
Fundação Gloria Steinem relata falecimento pacífico em Nova York e reforça pedido de doações à sua instituição, símbolo do movimento feminista
Na manhã de quarta‑feira (2/9), a casa de Gloria Steinem, no Upper East Side de Nova Iorque, ficou silenciosa após o falecimento da jornalista de 92 anos.
A Fundação Gloria Steinem divulgou nas redes sociais que a ativista morreu “pacificamente em sua casa, cercada por algumas das muitas pessoas que a amavam”. O comunicado não revelou a causa da morte, mas ressaltou a importância de sua trajetória.
Em post compartilhado pela própria Steinem, foi destacado que “o maior presente de Gloria era sua capacidade de ouvir os outros e de fazer com que as pessoas se sentissem vistas e ouvidas”. Seu jeito de combinar humor, curiosidade e independência inspirou gerações.
Em vez de flores, a fundação pediu que homenagens sejam feitas por meio de doações à própria instituição, que continua a promover os direitos das mulheres e a igualdade de gênero.
Nascida em 1934, Gloria ganhou projeção nos anos 1960 ao denunciar desigualdades de gênero na imprensa. Em 1972, cofundou a revista Ms., referência internacional do feminismo, consolidando-se como uma das vozes mais influentes do século XX.
